Por que não nos ensinaram matemática assim? Essa foi a pergunta de uma colega na última aula presencial da interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática.
Esse semestre foi-nos apresentado tantas outras possibilidades de trabalhar Matemática na sala de aula (e Ciências e História e Geografia também), que não há como não nos perguntarmos exatamente o que a colega indagou...
Tenho certeza que a grande maioria das alunas do PEAD que ali estavam, aprenderam os conteúdos de Ciências, Matemática, História e Geografia da forma tradicional, dentro da sala de aula.
Sou extremamente grata em fazer parte deste curso e ter oportunidade de ampliar minha visão de professora e proporcionar a meus alunos uma forma significativa de aprendizagem.
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sábado, 26 de novembro de 2016
domingo, 23 de outubro de 2016
Classificação e seriação
Classificar e seriar parece estar em nossas vidas muito mais que imaginamos. A Matemática fala sobre a importância de classificar para a compreensão do número, a Ciência fala da ordenação dos elementos químicos e a História trata da importância de sequenciar os fatos históricos para entendermos as causas e as consequências dos fatos passados. Contarei hoje sobre a importância que a atividade de classificar e seriar teve para minha vida acadêmica.
Fiz mestrado em Musicologia. Minha pesquisa foi sobre um compositor, Roberto Eggers (1899-1984). Quando tive o primeiro contato com o acervo desse músico, ele estava "amontoado" num canto do Museu, com uma série de documentas misturados. O primeiro trabalho que tive que realizar foi a classificação e ordenação deses documentos, para só depois, poder analisá-los e escrever a dissertação. Foi uma fase importante do trabalho. Separei os documentos de os documentos de acordo com sua origem. Havia jornais, fotos, cartas, partituras, materiais didáticos, livros...Para realizar esse trabalho procurei embasamento na arquivística. Foi um trabalho importante e gratificante.
Fiz mestrado em Musicologia. Minha pesquisa foi sobre um compositor, Roberto Eggers (1899-1984). Quando tive o primeiro contato com o acervo desse músico, ele estava "amontoado" num canto do Museu, com uma série de documentas misturados. O primeiro trabalho que tive que realizar foi a classificação e ordenação deses documentos, para só depois, poder analisá-los e escrever a dissertação. Foi uma fase importante do trabalho. Separei os documentos de os documentos de acordo com sua origem. Havia jornais, fotos, cartas, partituras, materiais didáticos, livros...Para realizar esse trabalho procurei embasamento na arquivística. Foi um trabalho importante e gratificante.
Foto do Acervo do Músico Roberto Eggers, localizado no Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, na cidade de São Leopoldo.
sábado, 8 de outubro de 2016
Quem nunca trabalhou com Ciências na escola?
Quem nunca trabalho com Ciências na escola? Essa foi uma pergunta feito pelo professor na primeira aula da interdisciplina Representação do mundo pela Ciências naturais. Eu e mais uma ou duas colegas levantamos a mão.
Pensei, "ora, sou professora de Música, não trabalho com ciências".
No decorrer da semana, fiquei pensando sobre isso. Então comecei a lembrar de todas as atividades que faço com meus alunos sobre os cuidados que devemos ter com a voz para cantarmos melhor... a respiração correta para o canto... e vi o quanto me enganei ao dar uma resposta negativa a pergunta inicial do professor.
Falar sobre os cuidados com o corpo é falar sobre Ciências!
Mas ainda há mais relações entre Música e Ciências que podem ser feitas. Há um livro chamado Música e meio ambiente: ecologia sonora, de Marisa Trench de Oliveira Fonterrada. Nele a autora trata dos sons e dos silêncios, o meio ambiente sonoro, a poluição sonora... ciência pura!!!! Não, não pura, mas com presença muito forte.
Mais uma prova de que as áreas do conhecimento estão cada vez mais cruzando suas fronteiras umas com as outras. Fato que enriquece a todas elas.
Então a dica de hoje é o livro citado acima. Além de tratar o tema de forma muito interessante, dá dicas de atividades práticas que podemos fazer com nossos alunos, trabalhando sons e silêncios.
FONTERRADA, Marisa Trench de O. Música e meio ambiente: ecologia sonora. São Paulo: Irmãos Vitale, 2004. Conexões musicais.
Pensei, "ora, sou professora de Música, não trabalho com ciências".
No decorrer da semana, fiquei pensando sobre isso. Então comecei a lembrar de todas as atividades que faço com meus alunos sobre os cuidados que devemos ter com a voz para cantarmos melhor... a respiração correta para o canto... e vi o quanto me enganei ao dar uma resposta negativa a pergunta inicial do professor.
Falar sobre os cuidados com o corpo é falar sobre Ciências!
Mas ainda há mais relações entre Música e Ciências que podem ser feitas. Há um livro chamado Música e meio ambiente: ecologia sonora, de Marisa Trench de Oliveira Fonterrada. Nele a autora trata dos sons e dos silêncios, o meio ambiente sonoro, a poluição sonora... ciência pura!!!! Não, não pura, mas com presença muito forte.
Mais uma prova de que as áreas do conhecimento estão cada vez mais cruzando suas fronteiras umas com as outras. Fato que enriquece a todas elas.
Então a dica de hoje é o livro citado acima. Além de tratar o tema de forma muito interessante, dá dicas de atividades práticas que podemos fazer com nossos alunos, trabalhando sons e silêncios.
FONTERRADA, Marisa Trench de O. Música e meio ambiente: ecologia sonora. São Paulo: Irmãos Vitale, 2004. Conexões musicais.
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