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domingo, 26 de junho de 2016

Projeto de aprendizagem

Na Interdisciplina Seminário Integrador III estamos desenvolvendo uma atividade bem bacana. Trata-se do desenvolvimento de um projeto com todas suas fases de implantação.
O assunto que nosso grupo escolheu foi "violência contra a mulher". Nossa pergunta é:

POR QUE AS MULHERES SOFREM VIOLÊNCIA SEXUAL?

Após discutirmos nossas dúvidas e certezas, elaboramos um mapa conceitual. Segue o link para quem tiver interesse em vê-lo.


file:///C:/Users/Bolivar/Downloads/segunda_vers%C3%A3o.svg


sábado, 18 de junho de 2016

Hora de pensar no Workshop...

O final do semestre se aproxima. É hora de pensar no Workshop.
É sempre difícil, mas ao mesmo tempo gratificante, pensar em nosso processo no decorrer do semestre. Pessoalmente, foi um semestre difícil, tive dificuldades em comparecer nas aulas presenciais por incompatibilidade de horários com meu trabalho e minha pós-graduação. Fiz o possível para realizar todas as tarefas, de todas as Interdisciplinas. Ainda faltam umas poucas tarefas a serem realizadas. As aulas presenciais que não pude estar me fizeram falta, tive que correr atrás.

Mas, enfim, a partir dessa semana iniciarei a seleção de pontos que foram mais importantes para meu processo e que apresentarei no Workshop.

Começo selecionando as postagens mais significativas que podem ser aproveitadas para o trabalho final.  Penso em privilegiar as postagens interdisciplinares, ou seja, as postagens que envolvam duas ou mais interdisciplinas.

Segundo passo será uma releitura de textos que considero mais significativos, com o objetivo de repensar e fazer novas reflexões.

E por último pensar no meu crescimento cognitivo e profissional a partir das reflexões feitas nesse semestre, ou melhor, no decorrer de todos os três semestre cursados até aqui.

Bora lá trabalhar!!!!!

sábado, 9 de abril de 2016

JOGO DE XADREZ

A tarefa dessa semana para o Seminário Integrador III era fazer uma observação participante e uma não participante de cenas da escola. A observação não participante é feita sem o envolvimento direto do observador. Ele apenas observa de fora da cena e faz sua descrição. Pode conter percepções e análise do observador, ou não. Escolhi para esse observação as atividades do professor do Laboratório de Aprendizagem do Ciclo C, que é meu colega, pois trabalho também no L.A. com o Ciclo B. Ele trabalha, predominantemente, com jogos de xadrez com seus alunos. Sem saber, eu estava construindo uma ponte para aquilo que falaríamos na interdisciplina Ludicidade e Educação: jogos.
Nessa interdisciplina estamos tratando a importância do brincar, do jogo, para o desenvolvimento da criança. Para Bruna Molozzi

situações de jogo possibilitam às crianças o encontro com seus pares, fazendo com que interajam socialmente. No grupo elas descobrem que não são os únicos sujeitos da ação, e que para alcançar seus objetivos precisam levar em conta o fato de que os outros também têm objetivos próprios que querem satisfazer. Ao observar um grupo de crianças jogando, é possível perceber o desenvolvimento de diversas habilidades. (Desenvolvimento do sujeito através do jogo, disponível em: http://nuted.ufrgs.br/oa/JogoEdu/modulo1.html).

Diante dessas colocações de Molozzi, quero fazer algumas reflexões a respeito do jogo de xadrez no desenvolvimento do sujeito.

O jogo de xadrez tem regras que podem parecer um pouco complexas a primeira vista, mas obedece ao imaginário de uma guerra entre dois reinos. Há o rei,a rainha, os bispos, os cavalos, as torres e os peões, simbolizando as classes sociais de uma sociedade. Cada peça tem seu modo próprio de mover-se e o jogador tem que montar estratégias para tentar eliminar (comer) o máximo de peças do adversário. Embora a rainha seja a peça mais "poderosa", pois tem o maior número de possibilidades de mover-se, é somente com a morte do rei que o jogo acaba. O "xeque-mate". Só esses aspectos já rendem uma discussão sobre classes sociais e gênero... mas o jogo vai muito além. O participante precisa desenvolver esquemas de pensamento altamente complexos para armar suas estratégia e prever a estratégia do adversário.

Enfim, a quantidade de conhecimentos acionados e desenvolvidos durante uma partida de xadrez, propicia ao aluno inúmeros benefícios para seu desenvolvimento intelectual. Sem falar no respeito as regras, que incide sobre o desenvolvimento social do aluno.

O Laboratório de aprendizagem tem como objetivo "propiciar interações com os conhecimentos escolares. As situações de aprendizagens que ocorrem no L. A. devem levar em conta o desenvolvimento do pensamento criativo, o resgate do desejo de aprender, bem como a (re) construção de conceitos e estruturas cognitivas que causam entraves no processo de aprendizagem dos sujeitos aprendentes" (PMPA, s/d, p.3).
Nesse sentido, o jogo de xadrez se apresenta como ótima alternativa para atingir esses objetivos!









sábado, 2 de abril de 2016

Entre "ver" e "ouvir" (e escutar)

Esta semana, na interdisciplina Seminário Integrador III refletimos sobre a diferença entre "ver" e "olhar". O "ver" conota passividade, aceitação do que está diante, sem questionar nem tentar entender o por quê do que está diante de nossos olhos. Já o "olhar" requer questionamentos, análises, opinião de quem observa. Deseja entender o que está acontecendo.
Na aula presencial nos foi apresentados dois vídeos para que, em pequenos grupos, registrássemos o nosso "ver" e o nosso "olhar".
Abaixo, os links do vídeo para que o leitor entenda melhor as considerações que seguem:

https://www.youtube.com/watch?v=jP3fYcCtPRQ

https://www.youtube.com/watch?v=gHxi-HSgNPc

Ambos os vídeos podem ser vistos apenas como cenas "bonitas" que nos levam a uma sensação de paz. Se passarmos a "olhar" os vídeos com mais atenção, são muitas as considerações que podem surgir. O significado intrínseco em cada um deles podem perpassar por aspectos como interação, diálogo, movimento no vídeo Pas de Deux. Já no vídeo American Beauty profundas reflexões ecológicas podem ser suscitadas, no sentido de termos uma sacola plástica, material extremamente danoso ao meio ambiente, estar voando livremente pelo ar.

Sem dúvida rende muitas discussões extremamente relevantes a várias áreas do conhecimento. No entanto quero, como tenho feito em muitos momentos do PEAD, puxar para o lado da escuta, ou mesmo da música mais especificamente. Então pensemos: qual o papel da música presente em cada um dos vídeos para que sua mensagem seja passada? O quanto a música escolhida contribui para o rumo da análise realizada sobre os vídeos?
Certamente muito. As sensações que sentimos ao assisti-los depende da música em primeira instância. Vale fazer a experiência de assisti-los com músicas distintas, como por exemplo uma música que nos lembre um filme de terror... Com certeza entenderíamos a mensagem de uma outra forma, sendo que nossa análise do "olhar" poderia ir para o lado talvez oposto ao que pensamos inicialmente...

Apenas algumas reflexões de uma professora de música.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Argumentação


Para Weston (2009), argumentar é "[...] apresentar um conjunto de razões ou provas que fundamentam uma conclusão." Para o autor, podem existir argumentos frágeis e alguns outros mais consistentes. Nesse sentido construir argumentos é um meio de investigação, de explicar e defender uma ideia. Por isso perguntamos: sobre que conteúdo(s) você quer postar? como pretende argumentá-lo?

A construção da ideia, do conteúdo a ser argumentado é antes de tudo perguntar:  O que você quer provar? Qual é a sua conclusão? Lembre-se que a conclusão é a asserção para a qual você está apresentando razoes. As asserções que lhe fornecem razões são chamadas premissas. (WESTON, 2009,p.1).

Com os dois parágrafos acima, começou a proposta para nosso segundo encontro da interdisciplina Seminário Integrador III. Começamos com "o pé direito", pois de cara percebemos o quanto é importante qualificarmos nossas escritas.
Depois de refletirmos sobre "argumentação", nossa tarefa foi a análise de postagens de blogs de colegas. Foi um exercício ótimo! Por um lado, ler as postagens das colegas e pensar o que está bom e o que pode melhorar, nos coloca em seu lugar. Nos vemos ao ler nossas colegas. Nossa crítica às postagens das colegas quase é uma autocrítica. Por outro lado, receber a crítica das colegas nos faz pensar o que sozinhas nos passa despercebido.
Muitos ensinamentos nos foi dado na realização dessa tarefa. Além de refletirmos o conteúdo das postagens em si, percebemos o valor do trabalho conjunto. O quanto enriquece nossas reflexões. A prática de ler e opinar as postagens de nossas colegas deveria ser um hábito, independente da obrigatoriedade das tarefas semanais...
Enfim, o blog é nosso portifólio, nosso histórico, nosso registro do percurso no PEAD. Quanto mais qualificarmos nossas postagens, mais interessante será para nós e para nossos leitores. 
Reitero o que tenho repetido em muitos trabalhos feitos ao longo do curso, a relação das postagens com nossa prática é fundamental. Se fizermos isso com boas argumentações teremos um histórico documentado, permitindo-nos um olhar da nossa caminhada. Certamente nos espantaremos ao ver o quanto estamos crescendo como profissionais e como seres humanos.