quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Psicanálise e educação

Na intenção de me aprofundar no assunto, achei um texto da psicanalista Maria Regina Maciel. Já no início fui provocada pela seguinte passagem:

“Nesse novo contexto, é fundamental refletir sobre que subjetividade e que tipo de cidadania queremos ter como alvo e finalidade nas práticas educacionais contemporâneas. Uma questão central na atualidade é pensar sobre o que significa educar e psicanalisar hoje, diante da crise de fundamentos nos saberes que norteavam nossas práticas, até então, de forma inconteste.

Sem a pretensão de desenvolver nesse momento uma análise, gostaria apenas de deixar a provocação para futuramente desenvolver a ideia relacionando com tudo que estamos lendo e discutindo no curso.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Alfabeto de instrumentos musicais

E por falar em alfabetização, hoje vou mostrar algumas fotos do alfabeto de instrumentos musicais que tenho em minha sala...


domingo, 18 de outubro de 2015

Uma possível pesquisa sobre alfabetização


Esta semana realizei leituras sobre a teoria de Emilia Ferreira, educadora argentina que revolucionou a alfabetização em vários países, incluindo o Brasil. Emilia Ferreira deslocou o foco do “como se ensina” para o “como a criança aprende”. Percebeu a importância de considerarmos os outros espaços que a criança aprende, que a criança não chega na escola sem nada saber sobre a escrita. Enfim, essa teoria é bem mais complexa que essas poucas linhas, mas essa leitura instigou minha curiosidade sobre a relação dessa teoria com as teorias de aprendizagem musical. Fica a dica (para mim mesma) me aprofundar nesse assunto nas próximas semanas.

domingo, 11 de outubro de 2015

Mecanismos de defesa

Na semana passada, na interdisciplina de psicologia, estudamos os mecanismos de defesa do EGO. Resolvi anotar algumas atitudes dos meus alunos (e minhas também) e identificar os mecanismos usados como defesa:

Dois alunos estavam se chutando no corredor da escola. Quando chamei atenção e mandei-os parar, um deles me deu uma explicação de que não estavam fazendo nada de mais, era “arreganho”, ou seja, o jeito deles brincarem.

Racionalização: é o processo de achar motivos lógicos e racionais aceitáveis para pensamentos e ações inaceitáveis. É o processo através do qual uma pessoa apresenta uma explicação que é logicamente consistente ou eticamente aceitável para uma atitude, ação, ideia ou sentimento que causa angústia.

Vi um aluno atirar um papel amassado no chão. Pedi que juntasse e colocasse no lixo. Ele respondeu: não fui eu, foi o Marcos!!!

 Projeção: o ato de atribuir a uma outra pessoa, animal ou objeto as qualidades, sentimentos ou intenções que se originam em si próprio. É um mecanismo de defesa através do qual os aspectos da personalidade de um indivíduo são deslocados de dentro deste para o meio externo.

Essa aconteceu comigo. Um dia dessa semana me incomodei muito com uma turma que não parou de bagunçar na aula. Quando cheguei em casa, minha filha me perguntou algo e fui extremamente estúpida com ela.

 Deslocamento: esse mecanismo não tem qualquer compromisso com a lógica. É o caso de alguém que tendo tido uma experiência desagradável com um policial, e desloque para a esposa.

Em uma das turmas que dou aula, há uma menina que é ótima aluna, dedicada, ótimo comportamento, uma aluna exemplar, exceto nos dias em que uma de suas colegas, que aparece eventualmente nas aulas, está presente. A menina se transforma e passa a agir como sua colega “turista” que é muito agitada e não cumpre a maioria das regras da sala de aula.

 A identificação: é o processo psíquico por meio do qual um indivíduo assimila um aspecto, um característica de outro, e se transforma, total ou parcialmente, apresentando-se conforme o modelo desse outro. A personalidade constitui-se e diferencia-se por uma série de identificações.


Gostei muito de ter feito esse exercício. Vejo que passei a compreender melhor as atitudes do dia a dia.

sábado, 3 de outubro de 2015

Palavras que representam o PEAD...construídas pelo grupo...

Estas palavras surgiram em um dos encontros presenciais do PEAD. Eu não estava presente, mas lendo-as, vejo que expressam fielmente meu sentimento em relação ao curso. Estamos todas no mesmo barco e navegaremos até chegarmos ao nosso destino. Muito feliz por fazer parte desse grupo.