O semestre apenas iniciando e já todos preocupados com a difícil tarefa de escrever. Há muitos aspectos envolvidos nesse processo. Primeiro, obviamente, é preciso pensar no conteúdo de nossa escrita. É preciso ler muito antes de conseguirmos escrever. Através da leitura de vários autores, e as vezes dos autores que esses autores leram, adquirimos o conhecimento necessário sobre o assunto abordado e também formamos nossas opiniões, que podem, ou não, aparecer na nossa escrita. Tudo depende do tipo de texto que iremos produzir. É muitas vezes um processo doloroso, pois se nos propomos a escrever, é por que queremos que alguém leia. E se expor é muitas vezes difícil.
O meu processo de escrita é assim, leio muito, faço relações entre o que li a algum tempo e o que estou lendo agora. Olho sempre as referências dos livros e trabalhos que leio e por vezes vou à essas fontes para entender melhor o que estão propondo. E só depois começo a escrever. E é assim, se fiz boas leituras, a escrita flui... caso contrário, tenho que voltar para a elas.
Duas coisas fundamentais que faço: 1ª) quando estou realizando as leituras, já estou construindo mentalmente a escrita, então já vou assinalando, marcando nos livros, os trechos que acho que servirão para fundamentar o que eu pretendo escrever. Deixar para depois não dá certo. Muitas vezes já vou digitando trechos que quero citar, e acabo formando uma colcha de retalhos que depois são costuradas com minhas palavras. 2º) Quando considero pronta minha escrita, deixo ela "de molho". Sempre (ou quase sempre) tenho o cuidado de terminar alguns dias antes de postar ou entregar o trabalho, para que eu possa deixá-lo de lado, sem reler, sem pensar sobre ele. Depois de dois ou três dias, volto ao texto e consigo ver coisas que logo após o término não conseguia ver. Erros de concordância, palavras repetidas, ideias misturadas... Parece que a escrita amadurece e conseguimos um resultado melhor.
O segundo problema que temos, depois (ou junto) com o conteúdo do texto bem escrito, são as famosas normas da abnt. Se nos propomos a realizar uma escrita acadêmica, não temos como fugir delas. São muitos detalhes que temos que observar. Cada citação deve ser referenciada, pois são os autores que lemos que nos respaldam no que queremos provar (ou contestar). E a forma de referenciar, tanto no corpo do trabalho, como no final dele, tem normas muito específicas. Cada tipo de trabalho (livro, dissertação ou tese, site da internet, partitura musical, gravações, entrevistas) tem um forma de ser citada. Mas nada que um manual da abnt não resolva.É possível compra-lo ou acessar a internet, pois hoje existem várias universidades que disponibilizam essas regras on line (inclusive a UFRGS).
Agora relendo o texto que acabo de escrever penso que poderia ser escrito de uma forma diferente. Inclusive com a inclusão de citações que fundamentem o que argui aqui. Mas optei fazer um texto mais informal, mesmo tratando sobre a formalidade da academia. Talvez na próxima semana eu faça uma "versão acadêmica" desse texto. Acho que seria um exercício interessante... fica a dica para mim mesma...
sábado, 10 de setembro de 2016
sábado, 3 de setembro de 2016
sábado, 2 de julho de 2016
FINALEIRA....
Finalizando hoje as postagens no blog!!!! Agora, só preparação para o workshop... Que venham as férias.
domingo, 26 de junho de 2016
Projeto de aprendizagem
Na Interdisciplina Seminário Integrador III estamos desenvolvendo uma atividade bem bacana. Trata-se do desenvolvimento de um projeto com todas suas fases de implantação.
O assunto que nosso grupo escolheu foi "violência contra a mulher". Nossa pergunta é:
POR QUE AS MULHERES SOFREM VIOLÊNCIA SEXUAL?
Após discutirmos nossas dúvidas e certezas, elaboramos um mapa conceitual. Segue o link para quem tiver interesse em vê-lo.
O assunto que nosso grupo escolheu foi "violência contra a mulher". Nossa pergunta é:
POR QUE AS MULHERES SOFREM VIOLÊNCIA SEXUAL?
Após discutirmos nossas dúvidas e certezas, elaboramos um mapa conceitual. Segue o link para quem tiver interesse em vê-lo.
file:///C:/Users/Bolivar/Downloads/segunda_vers%C3%A3o.svg
sábado, 18 de junho de 2016
Hora de pensar no Workshop...
O final do semestre se aproxima. É hora de pensar no Workshop.
É sempre difícil, mas ao mesmo tempo gratificante, pensar em nosso processo no decorrer do semestre. Pessoalmente, foi um semestre difícil, tive dificuldades em comparecer nas aulas presenciais por incompatibilidade de horários com meu trabalho e minha pós-graduação. Fiz o possível para realizar todas as tarefas, de todas as Interdisciplinas. Ainda faltam umas poucas tarefas a serem realizadas. As aulas presenciais que não pude estar me fizeram falta, tive que correr atrás.
Mas, enfim, a partir dessa semana iniciarei a seleção de pontos que foram mais importantes para meu processo e que apresentarei no Workshop.
Começo selecionando as postagens mais significativas que podem ser aproveitadas para o trabalho final. Penso em privilegiar as postagens interdisciplinares, ou seja, as postagens que envolvam duas ou mais interdisciplinas.
Segundo passo será uma releitura de textos que considero mais significativos, com o objetivo de repensar e fazer novas reflexões.
E por último pensar no meu crescimento cognitivo e profissional a partir das reflexões feitas nesse semestre, ou melhor, no decorrer de todos os três semestre cursados até aqui.
Bora lá trabalhar!!!!!
É sempre difícil, mas ao mesmo tempo gratificante, pensar em nosso processo no decorrer do semestre. Pessoalmente, foi um semestre difícil, tive dificuldades em comparecer nas aulas presenciais por incompatibilidade de horários com meu trabalho e minha pós-graduação. Fiz o possível para realizar todas as tarefas, de todas as Interdisciplinas. Ainda faltam umas poucas tarefas a serem realizadas. As aulas presenciais que não pude estar me fizeram falta, tive que correr atrás.
Mas, enfim, a partir dessa semana iniciarei a seleção de pontos que foram mais importantes para meu processo e que apresentarei no Workshop.
Começo selecionando as postagens mais significativas que podem ser aproveitadas para o trabalho final. Penso em privilegiar as postagens interdisciplinares, ou seja, as postagens que envolvam duas ou mais interdisciplinas.
Segundo passo será uma releitura de textos que considero mais significativos, com o objetivo de repensar e fazer novas reflexões.
E por último pensar no meu crescimento cognitivo e profissional a partir das reflexões feitas nesse semestre, ou melhor, no decorrer de todos os três semestre cursados até aqui.
Bora lá trabalhar!!!!!
sábado, 11 de junho de 2016
Quais os livros que atravessam gerações?
Na semana passada coloquei fotos de um anúncio de uma editora de 1934 indicando livros infantis.
Os livros indicados foram:
ROBINSON CRUSOÉ - Daniel de Foe
HISTÓRIA DO MUNDO PARA AS CRIANÇAS - Hillyer
O SACI -Monteiro Lobato
REINAÇÕES DE NARIZINHO - Monteiro Lobato
PINOCCHIO - G. Collodi
CONTOS DE GRIMM
NOVAS REINAÇÕES DE NARIZINHO - Monteiro Lobato
NOVOS CONTOS DE GRIMM
CONTOS DE FADA - Perraut
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS - Carrol
ALICE NO PAÍS DO ESPELHO - Carrol
VIAGEM AO CÉU - Monteiro Lobato
EMILIA NO PAÍS DA GRAMÁTICA - Monteiro Lobato
CONTOS DE ANDERSEN
NOVOS CONTOS DE ANDERSEN
Depois de fazer essa lista, entrei em um site que anuncia "Os 55 melhores livros para seu filho"
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI4895-10534,00-OS+MELHORES+LIVROS+PARA+SEU+FILHO.html
Para minha surpresa, entre os livros da lista estavam:




Achei bárbaro!!!! Claro que há muita literatura nova e boa, mas esses livros são clássicos e merecem ser lidos por nossas crianças.
Os livros indicados foram:
ROBINSON CRUSOÉ - Daniel de Foe
HISTÓRIA DO MUNDO PARA AS CRIANÇAS - Hillyer
O SACI -Monteiro Lobato
REINAÇÕES DE NARIZINHO - Monteiro Lobato
PINOCCHIO - G. Collodi
CONTOS DE GRIMM
NOVAS REINAÇÕES DE NARIZINHO - Monteiro Lobato
NOVOS CONTOS DE GRIMM
CONTOS DE FADA - Perraut
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS - Carrol
ALICE NO PAÍS DO ESPELHO - Carrol
VIAGEM AO CÉU - Monteiro Lobato
EMILIA NO PAÍS DA GRAMÁTICA - Monteiro Lobato
CONTOS DE ANDERSEN
NOVOS CONTOS DE ANDERSEN
Depois de fazer essa lista, entrei em um site que anuncia "Os 55 melhores livros para seu filho"
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI4895-10534,00-OS+MELHORES+LIVROS+PARA+SEU+FILHO.html
Para minha surpresa, entre os livros da lista estavam:
Achei bárbaro!!!! Claro que há muita literatura nova e boa, mas esses livros são clássicos e merecem ser lidos por nossas crianças.
sábado, 4 de junho de 2016
"As Creanças Precisam Lêr" - Literatura infantil dos anos 1930
Além do PEAD, faço uma pós-graduação em Música. Desenvolvo uma pesquisa sobre uma sociedade de canto que existiu entre os anos 1930 e 1952 em Porto Alegre, o Orpheão Rio-Grandense. Uma das fontes de pesquisa são os jornais publicados na época.
Ao procurar notícias sobre o Orpheão, acabo encontrando notícias sobre outras coisas que também me interessam. A algumas semanas, encontrei um anúncio de uma editora com sugestões de livros infantis. Esse anúncio foi publicado pelo Correio do Povo do dia 30 de outubro de 1934 (p.15).
Publico aqui as fotos desse anúncio, pois acho que vale a pena fazer um reflexão sobre os livros que eram sugeridos às crianças na década de 1930 e os que hoje achamos importante nossas crianças lerem. Será que alguns permanecem na nossa lista?
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