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domingo, 22 de outubro de 2017
Ainda sobre gênero...
Ao trabalhar com uma turma de quinto ano, a fim de aplicar uma atividade para um trabalho da Interdisciplina Filosofia da Educação, dois grupos de alunos, ao serem solicitados para criarem um cartaz sobre algum tipo de preconceito, escolheram gênero para representarem. Fiquei encantada com a criatividade destes alunos.
Sim, a escola é o lugar de aprendermos a conviver, a aceitar e admirar o outro como ele é!!!!!
sábado, 16 de setembro de 2017
Ética
Esta semana tratamos de ética na Interdisciplina Filosofia da Educação.
O texto Ética: a aprendizagem da arte de viver, de Nadia Hermann (2008) e o vídeo Filosofia e ética, de Márcia Tiburi despertaram muitos questionamentos e reflexões. Temos na ética a principal fonte de percepção e aceitação do outro, do diferente. Para sermos sujeitos éticos é necessário que a alteridade faça parte da nossa vida.
Diferente da moral, que é a instituição de costumes, sejam eles bons ou maus, a ética vai fazer com que nos perguntemos: o que estamos fazendo em relação ao outro? Como estamos vendo esse outro? Com respeito, dignidade, ou nos colocamos acima de tudo sem nos importar com esse outro?
A escola entra nesta relação como espaço por excelência na mediação da formação das crianças como sujeitos éticos. A filosofia, agora de volta à escola, é o carro chefe mas não única fonte de ensinamentos sobre ética. Acredito que qualquer relação humana deve ser baseada na ática, no respeito aos direitos dos outros. E é isso que devemos acreditar e mostrar aos nossos alunos. Talvez a escola seja o único espaço em que a ética possa ser discutida e entendida. Muitas vezes, nosso público (alunos) não possue uma orientação nas suas famílias ou relações de amizades. É a escola que precisa abarcar esta responsabilidade.
O texto Ética: a aprendizagem da arte de viver, de Nadia Hermann (2008) e o vídeo Filosofia e ética, de Márcia Tiburi despertaram muitos questionamentos e reflexões. Temos na ética a principal fonte de percepção e aceitação do outro, do diferente. Para sermos sujeitos éticos é necessário que a alteridade faça parte da nossa vida.
Diferente da moral, que é a instituição de costumes, sejam eles bons ou maus, a ética vai fazer com que nos perguntemos: o que estamos fazendo em relação ao outro? Como estamos vendo esse outro? Com respeito, dignidade, ou nos colocamos acima de tudo sem nos importar com esse outro?
A escola entra nesta relação como espaço por excelência na mediação da formação das crianças como sujeitos éticos. A filosofia, agora de volta à escola, é o carro chefe mas não única fonte de ensinamentos sobre ética. Acredito que qualquer relação humana deve ser baseada na ática, no respeito aos direitos dos outros. E é isso que devemos acreditar e mostrar aos nossos alunos. Talvez a escola seja o único espaço em que a ética possa ser discutida e entendida. Muitas vezes, nosso público (alunos) não possue uma orientação nas suas famílias ou relações de amizades. É a escola que precisa abarcar esta responsabilidade.
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